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aninha bobo

27/07/2007 GMT 5

AnInHA

anaclaudia @ 05:21

× Não tire conclusões, não crie ilusões, não se iluda com os fatos, não se impressione com os meus atos. Afinal...você não me conhece, saco Babaca ?

● Para os estranhos sou o anaclaudia
para os intimos sou o aninha ou ana
para os invejosos motivo de fofoca naum ligo quando me olham dos pés a kbeça e riem, pois o melhor elogio para um sabio é a risada de um idiota!!

× Por dєntro uмα pєssoα , por forα uм concєito sєu!

;)

× Não estou aqui para explicar,
mas sim para confundir!
_______,x’’_______‘’x,___,x’’’’’’’’’’’’’x,,_____
______,x’__________ ‘x ,’’________ ‘x,___
_____ ,x_______,xx,,_ ,x__,,,x______‘x,__
______x_______‘xxx’_ x_ ,xxx,______x,__
______’x_______‘‘’’’__ ‘x_ ’’x’’_______x’__
______ ,x’,,________x’’ ‘x_________ x’___
_____,x___‘’-xxxxx-’’___ ‘’’,,______,,’’,,___
____ ,x_,xxx,_____________’’’’’’’’’’’’__,x___
____ ,x_’xxx’,_______________,xx,,__x___
_____x’_’’’’’’’__,,____________’xxxx’_,x___
__,,,,,’’ ‘’’,,,____’x,,______,,x’’’_ ’’xx’’’ ,x’____
__’x,____ ‘’xx,,,,_ ‘’’,,,_,,,’’’’_____,,,x’’’,,,,__
_’x’____ ,x’_____’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’x’_____,x’__
_ ‘x,,__,x’___Um grande_______ x,____ ,’x_
____’xx’_,,,__x’’x,_____________ x,___,x’__
____x’,,_x_’’x’’__’x_____Abraço !!!!!_xxx’___
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_____x,_______,x’’’’x’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’x’______
________x,,,,,,,,,x’’’___x,,,xx,,,,xx,,,x

Comentários

Comentários(33) »

  1. As poesias de Luiz Domingos de Luna estão a disposição na web. Caso goste autorizo publicações

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

    Luiz Domingos de Luna | 15-06-2008 - 08:52:52 GMT 5 #

  2. Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar é o ser
    É o Poder é o ter
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada a terra o chão

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal.
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teimando em voltar.

    Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna | 27-06-2008 - 02:39:55 GMT 5 #

  3. O professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos que difundam a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. Busque na web- Luiz Domingos de Luna- e faça sua postagem, caso goste das poesias.

    Luiz Domingos de Luna | 01-07-2008 - 18:59:11 GMT 5 #

  4. Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

    Luiz Domingos de Luna | 01-07-2008 - 19:01:37 GMT 5 #

  5. Entre Colunas

    Luiz Domingos de Luna
    www. Revistaaurora.com

    Entre nascimento e morte
    Pego o meu passaporte
    Numa vida a bailar
    Dos dois pontos faço linha
    Numa estrada que caminha
    Na sorte ou no azar
    Entre colunas eu fico
    Sempre a caminhar
    Não pode ter acidente
    Senão quebra a corrente
    Já não posso respirar
    Uma reta esticada
    Cada passo, uma pisada
    Tenho que controlar
    Não posso sair do prumo
    Ou então um tombo
    Para me derrubar
    Do útero para cova
    Uma vida se renova
    Cheirando interrogação
    No meio das ampulhetas
    Viro pó, sombra e chão.
    Ou larva de borboleta
    Uma vida nova nasce
    É uma transformação ?

    Luiz Domingos de Luna | 03-07-2008 - 08:38:24 GMT 5 #

  6. A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora

    Luiz Domingos de Luna | 04-07-2008 - 19:53:10 GMT 5 #

  7. A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade - o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casa e guerra
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

    Luiz Domingos de Luna | 04-07-2008 - 19:54:59 GMT 5 #

  8. A Dimensão da Curva.
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com.br

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

    Luiz Domingos de Luna | 04-07-2008 - 19:55:34 GMT 5 #

  9. A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

    Luiz Domingos de Luna | 06-07-2008 - 00:57:29 GMT 5 #

  10. A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 07:22:55 GMT 5 #

  11. Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 21:01:46 GMT 5 #

  12. Novas postagens poéticas

    Luiz Domingos de Luna | 17-07-2008 - 04:03:38 GMT 5 #

  13. Espaço de luz!

    Luiz Domingos de Luna

    Uma idéia nasceu
    Percorreu o espaço
    Sinto o que faço
    Já não sou eu

    A obra que rola
    Na esfera social
    No arremate final
    Parece uma bola

    Cada chute uma pancada
    -O Público já analisou
    Pois, ele é sempre o senhor.
    Da obra que foi criada.

    Estrada corrente de dor
    Cada letra uma pisada
    Toda linha esmagada
    Na lógica do leitor

    O Conjunto é uma esfera
    De vértice quebrado
    Ou tem giro acelerado
    Ou o motor emperra

    Passar no crivo social
    Num filtro bem condensado
    Na página, tela, lixo ou lado.
    O Poema tem seu final.

    Site: www.revistaaurora.com

    Luiz Domingos de Luna | 24-07-2008 - 21:11:49 GMT 5 #

  14. Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

    Luiz Domingos de Luna | 01-08-2008 - 04:12:55 GMT 5 #

  15. A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

    Luiz Domingos de Luna | 09-08-2008 - 04:27:43 GMT 5 #

  16. A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

    Luiz Domingos de Luna | 12-08-2008 - 03:22:19 GMT 5 #

  17. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

    Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

    Luiz Domingos de Luna | 12-08-2008 - 21:00:11 GMT 5 #

  18. A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

    Luiz Domingos de Luna | 16-08-2008 - 07:59:22 GMT 5 #

  19. O Vazio

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    O Vazio não pode ter nada
    Se tiver algo, ele está ausente.
    Na plena ausência está presente
    Antes do ponto ou depois da disparada?

    O Vazio não pode ser conceituado
    A Noção que se tem é dogmatizada
    A ausência é a presença do não chegado
    O Vazio não tem uma lógica estruturada

    O Vazio não pode ser preenchido
    Preencheu o vazio, ele sumiu.
    Sumiu-se, ele nunca existiu.
    O Vazio está escondido?

    O Vazio quebra a existência
    Quebra a matéria e o tempo
    Não pode ter momento
    Existe no cosmo? Ou na inteligência?

    Como encontrar o vazio?
    A existência toma seu espaço
    Ou ela está em pedaços
    A ausência de tudo. Quem já viu?

    O Nada absoluto. Plena Garantia
    Sem buraco negro, sem quasares.
    Sem o avesso da matéria
    Sem o avesso da energia
    Sem átomos, sem moléculas.
    Sem luz, sem escuridão.
    Um vazio perfeito
    A ausência da existência
    A Luz da criação!

    Luiz Domingos de Luna | 26-08-2008 - 03:02:28 GMT 5 #

  20. O Gênio da Gravidade

    Luiz Domingos de Luna

    Cada tombo uma queda
    O Ser vivo a equilibrar
    Não pode escorregar
    Uma altura que esfarela

    Quem anda de avião
    Já fica preocupado
    Numa pane é jogado
    Corpo sem vida no chão

    Gravidade impiedosa
    Sempre a puxar das alturas
    Até às vezes, dá tonturas.
    De queda assombrosa

    Lá da montanha, um condor.
    Voava tranquilamente
    Num instante somente
    Pensei que estivesse parado
    Parado nas alturas
    Está tudo errado
    Cadê tua força, puxador?
    Eu estava enganado
    Não era um condor
    Não era um planador
    Era um simples beija-flor
    Enganando a gravidade.
    FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna | 02-09-2008 - 04:26:51 GMT 5 #

  21. Travessia

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com.br

    A Parede da mente
    Está quebrada
    No conflito da estrada
    É reviravolta somente

    Á águia está lá
    A asa ferida
    Sem guarida
    Sempre a voar

    A água agitada
    Tem que passar
    Furacão no ar
    Força anulada

    Na superfície a pisar
    O mergulho da morte
    É o único suporte
    Que espera chegar

    Tremulante momento
    Uma chuva de vento
    A águia a carregar
    Rasteja na onda
    Como uma lona
    O espaço ganhar
    A asa dobrada
    Tão fatigada
    A praia chegar

    Luiz Domingos de Luna | 16-09-2008 - 04:21:45 GMT 5 #

  22. Transformação

    Luiz Domingo de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br

    Reguei uma planta
    No meu jardim
    Era um Jasmim
    Beleza que encanta

    Entre espim
    Uma lagarta
    Como uma carta
    Vinha a mim

    Toda enrolada
    Comia clorofila
    Plumagem colorida
    De fogo chamada

    Numa manhã florida
    A lagarta sumiu
    A borboleta me viu
    Nos caminhos da Vida

    Contemplando o chão
    A asa em giro agitava
    A Paisagem deixava
    Na linha da imensidão

    Luiz Domingos de Luna | 16-09-2008 - 04:23:14 GMT 5 #

  23. Meu Pai

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com. br.

    Posso chamar de Pai
    A Vida ele me deu
    Na construção do meu eu
    O respeito vem e vai

    Fica a recordação
    Do lindo ensinamento
    O Meu sentimento
    Sempre no coração

    Na selvageria social
    A Bondade ele expressa
    Uma vida que começa
    Ao primeiro sinal

    Difícil civilidade
    Implantar na geografia
    Serenidade e sabedoria
    No Opaco olhar da cidade

    Oh! Ingrata geração
    Para dar alinhamento
    O Brilho do Conhecimento
    O Pulsar da gratidão

    Caldo cultural deficiente
    Espaço rústico de dor
    Cuidai mestre, Meu Senhor
    Na seleção da semente

    Viajaste hoje ao mundo celestial
    A Paz e o ensinamento
    Quebrando sempre correntes
    Plantando boas sementes
    Num mundo desigual

    Luiz Domingos de Luna | 21-09-2008 - 19:25:05 GMT 5 #

  24. Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

    Luiz Domingos de Luna | 13-10-2008 - 03:34:35 GMT 5 #

  25. A Juventude que lê as poesias de Luiz Domingos de Luna é saudável, digna, responsável, honesta e principalmente intelectualizada.

    Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagem, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, críticas.

    Luiz Domingos de Luna buscar na web

    Ref. Bibliográfica
    Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
    Fonte:
    Nota do Autor:http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna-versos-na-tarde-2
    Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
    Na repostagem citar este referência bibliográfica.
    Grato,
    O Autor.

    Luiz Domingos de Luna | 22-10-2008 - 19:07:44 GMT 5 #

  26. Interrupção

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    O Tempo quebra o espaço
    No grito que foi sufocado
    Corpo sem vida parado
    Marca do tracejo Compasso

    Deixei a marca no aço
    Não completei a missão
    Estou noutra dimensão
    Não sei o que é que faço

    A matéria não cabe em mim
    A luz não curva o universo
    Penso que atravesso
    Um Horizonte sem fim

    Estás próximo de mim
    Mas como manter contato
    Não sou um ser de fato
    Sou uma onda vaga sem fim

    Falta o ponto linha ou cruz
    Ou uma voz para falar
    Não posso sempre vagar
    Numa atmosfera sem luz

    Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 21:02:44 GMT 5 #

  27. Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Ponto complicado
    É a vida da ferida
    O pingo da vida
    Ou todo disformado ?

    Luiz Domingos de Luna | 11-11-2008 - 18:35:57 GMT 5 #

  28. Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

    Luiz Domingos de Luna | 18-11-2008 - 20:20:19 GMT 5 #

  29. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=1

    Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
    Fã clube especial.

    fonte:http://daysykiss.nireblog.com/post/2008/01/23/i-love-celular-%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5

    Luiz Domingos de Luna | 25-11-2008 - 16:30:01 GMT 5 #

  30. Na Rota de Marte

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Ó Vastidão de areia
    Gás carbônico inalado
    Estou todo sufocado
    O Véu do ocre azuleia

    O Frio agoniza a matéria
    Poeira de gelo a esfarelar
    Verde ou azul a complicar
    Abstrata, vapor da artéria.

    Monte Olympus a contemplar
    Cânions da futura geração
    Crateras horríveis no chão
    Fossas de um mundo a passar

    Gipso argiloso e ligeiro
    O Meu guia a alertar
    Estratos de sulcos a cortar
    Água passa fica o cheiro

    Altura que perdi
    Na órbita ao girar
    Meu guia a contar
    Coisas que nunca vi

    Luiz Domingos de Luna | 07-12-2008 - 20:32:21 GMT 5 #

  31. Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração

    Luiz Domingos de Luna | 24-03-2009 - 21:36:14 GMT 5 #

  32. COMUNICADO:
    Comunico a todos os leitores e leitoras de meus trabalhos que ficam disponíveis a todos vocês os meus trabalhos no links: www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
    www.colunadomignos.blogspot.com
    Autorizo criação de blogs, fotologs, sites com abertura de minhas obras, artigos e ou poesias. Favor citar a fonte. Vedado portanto, contato com o autor.

    Luiz Domingos de Luna | 15-06-2009 - 19:42:40 GMT 5 #

  33. O Blog
    Livro Digital – Google.
    Luiz Domingos de Luna

    Um bom livro
    Em suas mãos
    Páginas a folhear
    Celulose sem gastar
    Meio de comunicação
    Depende de sua atuação
    Para credibilidade conquistar
    É também uma revista
    Um canal de uma pista
    Nunca vai poder parar
    A história nele passa
    Depende da argamassa
    De volume bem dosado
    Pois o olhar do outro lado
    Diz se já foi visitado
    Ou ainda vai visitar
    Não dá para prender
    Nem serve para vender
    Nem para ser alugado
    O seu preço é qualidade
    Que depende do leitor
    Que estabelece o valor
    Do material postado
    Nasce no novo mundo
    Vive enclausurado
    Na tela bem amarrado
    Percorre em um segundo
    A fronteira do infinito
    A força de seu grito
    Em horizonte firmado
    Conduzindo com intensidade
    A fórmula da liberdade
    De um universo colado

    Luiz Domingos de Luna | 17-06-2009 - 20:44:12 GMT 5 #

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